quinta-feira, 27 de março de 2014


Capitulo 126

Pedro distanciou o rosto de Raquel.
- Não pode ser!... – ele tentou retomar a consciência –... Por quê?
- Eu... – ela levantou os olhos até ele – eu me apaixonei por você desde aquela vez que a gente se beijou... Você não se lembra por que estava bêbado!
- Não acredito... – ele andou sobre o lugar para regularizar os pensamentos. Elevou as mãos ao rosto. Virou-se para ela – Por que nunca me disse?
 - Eu... – a voz dela falhava com a emoção – sabia que gostava da Rebeca!... Me desculpa!
- Não! Você não tem que se desculpar de nada Raquel! Eu é que fui o errado! – colocou as mãos sobre seu rosto – não devia ter deixado você pensar que...
- Você não tem culpa Pedro! – ela o interrompeu aproximando mais o olhar.
Raquel sem pensar adiantou-se até a boca dele. Ficando a um palmo de distância. O desejo de senti-lo cresceu dentro dela. A respiração pesava a cada minuto.
Ele a afastou com calma.
- Eu não posso! – exclamou cerrando os olhos.
Raquel abaixou a expressão desolada.
- Eu estou apaixonado pela Rebeca, você sabe... – continuou ele com relutância.
O silencio instalou-se sobre a sala, quando Pedro apartou-se dela.
De repente, os dois ouviram a porta abrir-se.
Pâmela observou o dinheiro desaparecer sobre a grande montanha.
- Seu idiota! – Alex gritou transtornado para o outro.
Pâmela sentiu o sangue ferver. Resolveu manter-se fria.
Ouviram, então, uma sirene vindo à direção deles. Dois policiais saíram do carro.
- Recebemos uma denúncia de roubo! – falou o guarda.
- O quê? – Alex exclamou surpreso – nós não roubamos nada seu guarda!
- Ah é? Então o que faziam correndo a 140 km por hora? – o senhor os encarou.
- Senhor, pode checar! Nós não temos nada roubado!
Os oficiais revistaram o carro de Alex. Enquanto isso, Pâmela continuava calada.
Após observarem o veículo, eles determinaram:
- É! Realmente não encontramos dinheiro nenhum aqui! – relataram um dos homens.
- Senhor... – Pâmela veio até um dos policiais. Aparentava medo – eu não queria, mas esses caras me raptaram! Eles me colocaram no carro e me trouxeram pra cá! Por favor! Tem que prendê-los!
Os guardas logo olharam para Alex e os outros.
Rebeca tentava com todas as forças quebrar a porta. Olhou pela fresta. Sérgio e Carlos pareciam discutir. Enquanto Bruno apontava uma arma para a cabeça de David.
- Bruno! – Carlos ordenou.
Bruno carregou a arma contra David.
- NÃO! – gritou Sergio em desespero.
Rebeca em um ato de aflição jogou com ferocidade a barra de metal no chão.
Os homens ouviram o grande estrondo. Carlos mandou com um gesto que seu capanga fosse ver o que era. Bruno imediatamente saiu rumo à saída.
Carlos então apontou sua arma para David. Sergio em fúria acertou um soco em Carlos, jogando o revólver dele para longe.
- Pai! – gritou David tentando se mexer.
Carlos foi em direção à arma, quando Sergio o chutou no estômago.
Rebeca após muito esforço, finalmente arrebentou a madeira da porta conseguindo escapar.
Carlos revidou o golpe em Sergio e conseguiu pegar a arma. Porém, o outro foi mais rápido e rendeu o braço dele.
Rebeca foi lentamente até onde David estava aproveitando a briga ao longe.
Bruno checava a saída do galpão. Viu que não havia ninguém.
Rebeca chegando perto de David tentou retirar as cordas que o prendiam.
- Rebeca?... – ele sussurrou em aflição – tem que sair daqui!
- Não! Eu não vou deixar você aqui! – ela respondeu com veemência.
Suas mãos trêmulas a impediam de desatar os nós tão fortemente presos. Os dois já ouviam os passos de Bruno a voltar.
- Rebeca... Vá embora! – pediu David suplicante.
Ela conseguiu enfim retirar a corda. Ele soltou-se.
Bruno ia chegando quando viu a cena.
- Chefe! – gritou ele para avisar Carlos.
Quando Sergio virou-se com o susto, Carlos imediatamente socou-lhe forte no rosto e apontou o revólver para ele o rendendo.
- Bruno! – ordenou Carlos com a arma na direção de Sergio.
Bruno, então, apontou a arma para Rebeca.
- Não! – David gritou.
David com rapidez enlaçou Rebeca com seus braços posicionando suas costas na mira da bala. Sergio sem pensar correu na direção deles, foi acertado com um tiro nas costas por Carlos. Rapidamente, Bruno atirou contra David.

- Não! - Rebeca gritou com David abraçado a ela.

5 comentários:

  1. que final tenso hein flor!
    nao posso esperar pelo proximo capitulo!
    amando a historia!
    bjs

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  2. Nossa louca pelo proximo coitado do David!
    continua flor...
    beijos

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  3. só quero ver a continuação!
    A web ta muito boa continua!

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  4. Até que enfim a Raquel teve coragem de dizer pro Pedro! Amando a hisotria, só quero ve como isso vai terminar:)
    beijso

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