quinta-feira, 10 de abril de 2014


Penúltimo capitulo

O carro de Rebeca estacionou na frente do aeroporto. Seu voo logo sairia.
Enquanto isso, David acelerava em sua moto. Pegou o celular.
- Viviane, preciso saber onde é o aeroporto! - pediu com aflição.
Após ela ter dito, percebeu com lastima, ser muito longe de onde estava.
Avançou com mais velocidade.
No estádio, Pâmela furiosa viu seu plano cair a sua frente.
- Vamos Ricardo! - ela afirmou com raiva ao empresário.
- Eu vou ficar Pâmela! Eu quero ver o show!
- O que? Não ouviu o que ele disse? Não vai ter show! - ela alterou-se.
- Olha, se quiser pode ir, eu ja disse que eu vou ficar! - Ricardo hesitou sem se importar.
- Como quiser... - ela o examinou de cima a baixa com frieza. Saiu firme.
- PÂMELA! - Sheyla chamou-a.
Pâmela virou-se aproximando-se. Sheyla, então, acertou-a na face com um forte golpe.
- Isso... É por ter denunciado o David!... Vai embora antes que eu chame os seguranças!
Pâmela a olhou com raiva ainda com as mãos a face. Sentiu o sangue ferver. Saiu mesmo contrariada.
- Muito bem gata! - disse Wine chegando perto de Sheyla que sorria.
Rebeca esperava na fila de embarque.
- Atenção! Os passageiros com destino a Estraburgo, França! - falou a atendente.
Rebeca, então, saiu em direção ao local de embarque.
 Sheyla esperava David ansiosa. De repente, o funcionário veio até ela.
- Cadê o David? É hora de entrar!
- Me desculpe, mas ele não vai poder estar aqui! - explicou ela.
- O QUÊ? - o homem a encarou incrédulo. Chamou o diretor do evento.
O diretor logo veio em direção a Sheyla.
- O que pensam que estão fazendo? Eu dei a vocês uma chance!... Tenho que ter uma banda lá em cima! - irritou-se.
- Me desculpa, mas não há nada que eu possa fazer! - ela afirmou relutante.
- Estão fora! OUVIRAM? - gritou ele.
David chegou ao aeroporto correndo. Foi até o guichê.
- Quando sai o próximo voo pra França? - perguntou esbaforido.
- Ele já saiu senhor! A mais ou menos uns vinte minutos, destino a Estraburgo! - informou a atendente.
"Não!". Pensou ele desolado. Havia a perdido pra sempre.
Pâmela saia do estádio, quando deu de encontro com o delegado.
- Olá senhorita! Posso te fazer algumas perguntas?
- Como?...
- Recebi uma denuncia contra você, de que estava mantendo relações com o milionário Carlos Sanchez, me informaram que ele lhe ofereceu dinheiro! Foi em troca de silêncio por acaso? - a encarou insinuativo.
- Perai como conseguiu me encontrar? Está me seguindo? - ela perguntou intrigada.
- Seu amigo... Ricardo, me avisou que estaria aqui! Nós explicamos o caso para ele e ele concedeu em nos ajudar!
Ela não pôde segurar a surpresa.
- Olha aqui! Eu não vou responder nada! - Pâmela respondeu irritada.
- Tem razão! Você vai responder na delegacia! - ele determinou.
David já saia do aeroporto quando ouviu o anúncio.
- Caros passageiros, o atraso de vinte minutos no voo para Estraburgo, França, foi solucionado! Queiram comparecer a sala de embarque por favor!
Olhando para o segundo andar, então, ele pôde ver Rebeca indo rumo ao lugar anunciado. Seguiu-a rapidamente, passando por pessoas atrapalhadas com malas.
- Rebeca! - gritou, porém ela não pareceu ouvir.
Desviou para chegar ao outro lado. Localizou Rebeca a ponto de entrar na sala.
- Rebeca! - gritou mais uma vez.
Ela, ao ouvir virou-se. Surpresa, observou David lá embaixo entre a confusão de passageiros.
- Não! - ela sussurrou consigo mesma como saindo de um transe. Retornou a posição para adentrar o local.
David avistou ela indo em direção a sala. Vendo ser sua única chance, aproximou-se correndo.
- Eu não sou uma pessoa perfeita! - exclamou em alta voz. O som ecoou sobre o lugar. Rebeca estremeceu ao ouvir -... Tem muitas coisas que eu gostaria de não ter feito... Me desculpe se eu te feri... - falou ofegante - agora eu só queria ser quem enxuga suas lágrimas... Mas eu tenho que dizer antes de ir!
Rebeca desviou o olhar. A mulher esperava por seu passaporte.
- Eu encontrei uma razão pra mim!
Ela parou no mesmo instante. Estática.
- Uma razão... Pra mudar quem eu sou... Uma razão pra tudo que eu fiz... - ele a olhava fixamente. Ambas as respirações ficando pesadas - Uma razão... pra lutar, pra morrer, pra amar... E a razão é você!
Ela fechou os olhos tentando segurar as lágrimas. Levantou o olhar trêmula. Caminhou, dando o passaporte a moça.
David olhava constantemente no meio daquela multidão de pessoas. Percebeu, então, o portão de embarque fechar-se. Ainda sem reação, levou as mãos a boca. Foi em direção a saída.
- David!

4 comentários:

  1. Lindo esse capitulo! nossa vou ficar com tanta sudades dessa web!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. To louca pelo final! que pena que ja ta acabando flor tava amando acompanhar, vou sentir muitas sdds dessa web!
    beijos fica com Deus!

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  4. amei esse capitulo, só me deixou mais curiosa!
    vc tem que escrever outra flor!
    bjs

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